Respirar me parece óbvio;
sorrir nem tanto.
Pensar, isso sim é óbvio.
Todo mundo pensa.
Pessoas óbvias. Sabemos o que esperar.
Embora fosse melhor o imprevisível,
ao menos assim não seria tão difícil
aceitar o óbvio, pois já não o seria.
Eu sou óbvia?
Como você me vê?
Em mim me vejo assim:
Tão óbvia que chega a irritar.
Mas porque é que ninguém enxerga?
Sou isso, tão simples.
Tão óbvio.
Sim, talvez esse seja o meu problema:
a obviedade.
É isso. Acho que até já sei o que fazer.
Não serei mais tão óbvia.
Vou me escrever.
Quem sabe assim alguém consiga me ler...
Bárbara
terça-feira, 26 de agosto de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
domingo, 6 de janeiro de 2008
Eu, por mim
Corpo. Alma em evolução.
Idéias. Sentidos.
Sou o tudo, o todo.
Tempo e espaço no espaço sem fim.
Pés, veredas. Não sou atalhos.
Canção sem letra, pauta a se escrever.
Semente do por-vir.
Ponteiro dos minutos, apressando as horas.
Céu, astros e sua ausência.
Quintessência.
Manifestação metafísica.
Calor dissipado.
Reações diversas e inversas.
Copo com água. Sede.
Todos os sentimentos do mundo.
Infindade de sons.
Dissonância. Consonância.
Extrema ânsia.
Vivência.
Que saudade da minha infância...
Bárbara
Idéias. Sentidos.
Sou o tudo, o todo.
Tempo e espaço no espaço sem fim.
Pés, veredas. Não sou atalhos.
Canção sem letra, pauta a se escrever.
Semente do por-vir.
Ponteiro dos minutos, apressando as horas.
Céu, astros e sua ausência.
Quintessência.
Manifestação metafísica.
Calor dissipado.
Reações diversas e inversas.
Copo com água. Sede.
Todos os sentimentos do mundo.
Infindade de sons.
Dissonância. Consonância.
Extrema ânsia.
Vivência.
Que saudade da minha infância...
Bárbara
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