Ficarei aqui, estática, até que olhes, e vejas, e entendas.
Que o dia chega sempre na hora certa.
Que a folha cai quando é o momento mais propício.
Que a luz ilumina tudo o que se há de ver.
Que o som da voz nem sempre é necessário.
Que paciência é sempre essencial.
Isso tudo eu disse a mim mesma.
Libertei-me da obrigação de ser isto.
Ora, por que ser barroca se posso ser árcade?
INUTILIA TRUNCAT!
Vem já o novo dia, a apressar-me.
Levanto e vivo o que me foi dado por mais essa manhã de sol.
E de chuva, porque o sol brilha todos os dias.
Escolhas sejam feitas. A minha eu já fiz.
Vou carpediar...
Bárbara [23/05/07 às 18:30h PM]
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